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A Busca Pelo Álbum Completo

Desde 30 de abril, brasileiros têm ido a bancas, livrarias e até supermercados tomados pela febre que retorna a cada quatro anos: o álbum oficial da Copa do Mundo. Com 980 cromos, a missão de completá-lo até a estreia da seleção é quase impossível. Mas isso não desanima os aficionados por essa antiga tradição.

Tudo começou em 1867, numa exposição em Paris, onde cada pavilhão distribuía suas próprias estampas. Cinco anos depois, a fábrica belga Liebig passou a colocar cromos dentro de embalagens de extrato de carne, e a ideia virou febre mundial. Da bala ao chiclete, do álbum de papel ao digital, completar uma coleção é um exercício de paciência, troca e consistência — três virtudes que também definem um bom investimento.

Foi com essa mesma postura disciplinada que as carteiras da FuturaMais atravessaram os meses de março e de abril, marcados por forte volatilidade nos mercados globais. Todos os perfis do plano RaizPrev registraram rentabilidade positiva, como mostra a tabela abaixo:

 

Perfil Abril/2026 Últimos 5 anos
Super Conservador 1,06% 74,08%
Conservador 1,12% 70,71%
Moderado 1,07% 55,87%
Agressivo 0,82% 47,66%

 

Raridades

A tradição de colecionar pequenas figuras ilustradas ficou popular nos Estados Unidos no fim do século 19. Naquela época, os chamados trade cards (cartões de troca) eram inseridos em embalagens de produtos de confeitaria e doces para fidelizar o público. Como eram frágeis e estragavam com facilidade, as figurinhas daquela época se tornaram raras, se valorizaram e são cobiçadas por colecionadores até os dias de hoje.

Para o investidor, abril foi um mês de observar atentamente quais “figurinhas” poderiam se valorizar diante da volatilidade global. Nos EUA, os juros foram mantidos entre 3,50% e 3,75%, devido à inflação pressionada. O destaque foi a energia, que saltou 10,9%, impulsionada pela alta de 21,2% na gasolina, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, as Bolsas americanas subiram: o S&P 500 avançou 10,42%, e o Nasdaq saltou 15,66%.

Na Zona do Euro, a inflação subiu para 2,6%, levando o Banco Central Europeu a manter a cautela com os juros.

 

Tradição nacional

Em 1950, com a Copa do Mundo realizada no Brasil, foi lançada por aqui a primeira coleção de figurinhas dedicada ao futebol. Décadas depois, em 1990, os irmãos italianos Giuseppe e Bruno Panini trouxeram para o país a marca que se tornaria sinônimo de álbuns no mundo todo, nos ensinando que o valor de cada figurinha está na harmonia do conjunto.

Na economia, o desafio tem sido justamente ajustar as peças individuais de inflação e juros para garantir que o quadro geral permaneça favorável. O IPCA de março registrou alta de 0,88%, acumulando 4,14% em 12 meses. O grupo Transportes subiu 1,64%, puxado pelo aumento da gasolina e do óleo diesel, enquanto o grupo Alimentação e Bebidas avançou 1,56%, impactado pelas hortaliças e pela alta dos custos de insumos agrícolas. Diante desse cenário, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25%, levando os juros para 14,50% ao ano.

Nos mercados, o CDI rendeu 1,09%, e o IFIX avançou 1,53%, já o Ibovespa ficou praticamente estável, com leve queda de 0,08%.

 

Colaboração e paciência

Quem já colecionou figurinhas sabe: ninguém termina um álbum sozinho e de forma rápida. É preciso estratégia, momentos de troca dos cromos repetidos e a calma de entender que cada pacotinho aberto é apenas mais um passo. A gestão da FuturaMais segue uma lógica parecida: combina ativos, equilibra riscos e respeita o tempo de cada perfil, para que a coleção da sua aposentadoria fique completa.

Mesmo em meses de alta volatilidade, seguimos focados em entregar consistência. Afinal, assim como num bom álbum, é a soma de cada figurinha que constrói o resultado mais valioso: o seu futuro.

Veja, no link a seguir, a composição dos fundos em cada perfil: Relatórios e Monitoramentos – RaizPrev

 

Time Futura+

Plano RaizPrev

 

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